Arquivo mensais:julho 2020

Como trabalhar com E-commerce?

Com a ascensão da internet durante o século XXI, especialmente no período de isolamento social atual, o e-commerce, também conhecido como comércio online, tem-se consolidado como ferramenta vital para as empresas e para a manutenção do mercado. Contudo, muitas marcas ainda não se estruturaram de forma efetiva nesse universo.

Para uma melhor compreensão disso, deve-se analisá-lo enquanto complexidade multiplataforma. Ou seja, abarca desde vendas por WhatsApp, pelo site oficial da loja, e até mesmo com capitações online pelo Instagram e Facebook. Assim, segundo “Chaffey y Ellis-Chadwick (2014)”, como e-commerce define-se: transações financeiras e de informação realizadas de maneira eletrônica entre uma organização e qualquer terceiro com que estabeleça relação.

Em primeiro lugar, pontua-se que a internet agrega valor desde as atividades de provisão (e-commerce pela face da compra) como a de distribuição (e-commerce pela face da venda). Bem como permite a empresa uma diversa possibilidade de comercialização de produtos e serviços no âmbito mundial, e em tempo real. Suprindo, portanto, as dores presentes por meio da capacidade de abastecimento e difusão do produto em questão.

Em segundo lugar, para que essa inclusão digital seja alcançada com êxito destaca-se que a integração do marketing digital, acoplado ao tradicional. Uma vez que o cliente digital é volúvel, consequência das inúmeras informações nas quais ele tem acesso, a empresa deve ultrapassar a mera relação superficial digital.

Para que isso ocorra, deve criar vínculos com seu cliente, identificação de ideais, como o atribuir uma essência a marca. Entre seus exemplos destacam-se instituições privadas como “O Boticário” em propagandas como “Onde tem amor tem beleza” ao atrelar a sua marca a histórias reais e com alto potencial de impacto no público.

Em terceiro lugar, de forma prática elenca-se que no e-commerce, assim como em qualquer negócio, deve-se ter um nicho de mercado, ou seja, um público alvo definido. Por meio de um planejamento bem estruturado, que aborde o perfil do público em questão mapeado, com suas demandas, especificidades e características pré-estabelecidas, como, por exemplo, elencadas pelo mapa da empatia.

Posterior a isso, a seleção de canais de divulgação, também conhecidos como canais de audiência, nos quais serão propagados os conteúdos da empresa, seus produtos e ofertas. Entre esses canais encontram-se: Facebook, Instagram, LinkedIn e até mesmo WhatsApp.

Destaca-se também que a implementação envolve questões de engajamento de público, como produção de conteúdo, interação direta por meio de responder comentários das mídias sociais, implementação de um chat online e até mesmo sorteios online ou parcerias para maior consolidação da marca.

Além disso, há também a viabilidade de divulgação dos produtos via marketplace, como “Mercado Livre”, ou “OLX” e até mesmo outras marcas que adotaram tal prática, como a “Magalu”.

Em quarto lugar define-se a estruturação de meios de pagamento online, como “Pagseguro”, entre outros. E caso realize de forma independente as etapas anteriores, deve-se selecionar um meio de entrega confiável, ágil e viável enquanto gastos, como “Correios”.

Em quinto lugar, após, tais ações e a comprovação da rentabilidade do negócio, registrada por meio das vendas e das devolutivas do marketing, pontua-se o direcionamento e otimização de recursos para as mídias mais expressivas. Dessa forma, o número de indivíduos impactados aumentará. As vendas, por consequência, expandirão e o lucro também.

Assim, o que era considerado um desafio tornou-se realidade. A marca consolidou-se, seus clientes aderiram aos produtos e o faturamento ampliou-se. Para mais informações, entre em contato com Júnior FEA Consultoria.

Autora

Marina Lima
Consultora de Projetos

Por que implementar fluxo de caixa na empresa?

Você tem dificuldade de acompanhar as finanças de sua empresa? Sabe por que é importante implementar um fluxo de caixa? Vamos entender sua função e sua importância para a estabilidade financeira e tomada de decisões de uma empresa.

Você tem dificuldade de acompanhar as finanças de sua empresa? Já ouviu falar sobre fluxo de caixa? Vamos entender sua função e sua importância para a estabilidade financeira e tomada de decisões de uma empresa.

O que é fluxo de caixa?

É um recurso essencial para garantir a saúde financeira de empresas, independente do porte ou ramo de atuação. Ele permite gerenciar e controlar as movimentações financeiras, entradas e saídas de dinheiro de uma empresa, viabilizando análises, revisões e até mesmo previsões futuras das movimentações financeiras.

Essa ferramenta também gera mais organização por conter informações como: contas a pagar e receber. Por isso, para ser eficiente, é necessário ter disciplina para que as informações sejam precisas e toda transação monetária seja contabilizada. A desorganização pode gerar rombos no caixa, extremamente difíceis de serem rastreados, podendo comprometer gravemente as finanças da empresa.

O fluxo de caixa é importante em empresas pequenas, médias e grandes. Em empresas de menor porte, é comum que as contas pessoais se misturem com as contas da empresa, uma vez que “tudo pertence ao dono”. Porém, essa confusão do patrimônio da pessoa física e da pessoa jurídica pode gerar um desconhecimento das verdadeiras condições da empresa, comprometendo gravemente a estabilidade financeira dela. Desta forma, a implementação do fluxo de caixa pode proporcionar uma maior organização das finanças da empresa.

O acompanhamento constante do faturamento é um ótimo indicador para uma empresa avaliar a eficiência de suas estratégias frente ao mercado. Além disso, com o faturamento também é possível fazer previsões e traçar metas para períodos seguintes.

Por que implementar o fluxo de caixa?

Esta ferramenta traz diversos benefícios à uma empresa, por permitir que empresário conheça a realidade, visualizando a movimentação dos recursos financeiros da empresa e, assim, fazer com que ele diminua gastos desnecessários, elabore estratégias de investimentos e de empréstimos, controle e organize pagamentos futuros e, consequentemente, tome melhores decisões visando a estabilidade orçamentária da organização. Isso tudo é possível, pois o registro das entradas e saídas permite a ele calcular dados como: saldo operacional (tudo o que entrou menos tudo o que saiu) e saldo final (somatório do saldo operacional com o saldo inicial).

Como implementar?

Essa ferramenta de gerenciamento financeiro pode ser aplicada manualmente com o uso de cadernos ou agendas, o que é extremamente trabalhoso, ou de maneira automática com planilhas de Excel ou softwares específicos. O Excel permite automatizar vários recursos e é a opção mais simples e barata.

Para iniciar o processo de implementação é preciso:

  • Aprender alguns termos técnicos básicos (exemplo: caixa, capital de giro, patrimônio líquido, etc.)
  • Anotar diariamente as despesas, pagamentos e recebimentos.
  • Categorizar corretamente despesas e receitas.
  • Verificar o saldo diariamente.
  • Analisar semanalmente e mensalmente para fazer uma boa estratégia para o período seguinte.
  • Planejar pagamentos e recebimentos futuros.
  • Planejar e gerenciar o estoque.
  • Consultar as condições financeiras da empresa antes de tomar decisões financeiras.

Em suma, o fluxo de caixa consiste no registro das entradas e saídas de uma empresas, que permite uma tomada de decisões com maior segurança, direcionar de maneira mais eficiente os recursos financeiros, antecipar a falta ou sobra de dinheiro, melhorar a política de prazos de pagamentos e recebimentos e estar a par da capacidade de pagamento da empresa antes de assumir novos compromissos. Quanto mais informações você tiver, mais você conhecerá sua empresa e, assim, melhores serão as estratégias e o desempenho da organização.

Gostou do conteúdo? Veja esse artigo também: 5 Dicas para separar de vez os gastos pessoais das contas da empresa”

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Autora

Bruna Kummer
Consultora de Projetos