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5 Indicadores de análise para sua empresa

Quando se fala de uma empresa, logo se remete a uma organização, ou seja, um conjunto de pessoas que combinam esforços com foco em um mesmo propósito. Mas não o bastante, é muito importante também saber de que forma essa equipe está trabalhando para que os objetivos sejam atingidos, e se, de fato, estão todos seguindo numa mesma direção.

Isso se resume na estratégia da sua empresa, e é essencial que todos os integrantes estejam bem alinhados a ela, para que assim, as metas traçadas sejam alcançadas. Mas como saber se suas estratégias estão de acordo com os objetivos estabelecidos? E como saber se a equipe está de fato alinhada com as estratégias da empresa? Para isso, foram separadas 5 dicas para que você acompanhe e mantenha em dia o planejamento estratégico do seu negócio:

1. Fazer construções conjuntas com a equipe

Incentivar a integração da equipe e o trabalho conjunto voltado para desenvolvimento interno é uma ótima maneira para alinhar a equipe e entender a visão e a experiência que cada um tem com a empresa.

2. Indicadores estratégicos

São aqueles que indicarão qual caminho a empresa enfrentará pela frente e estão ligados a missão e visão dela. Com um prazo entre 3 e 5 anos, os indicadores estratégicos podem ser definidos através da Análise PEST e Análise SWOT, em que são feitas análises do mercado externo.

3. Indicadores táticos

Serão aqueles que traçarão os objetivos e metas da empresa de longo prazo de acordo com as
condições nas quais ela está inserida, traduzindo-as em planos de ações para cada setor que a
compõe.

4. Indicadores operacionais

São indicadores mais específicos e que estão vinculados diretamente com o dia a dia operacional da empresa e com os funcionários integrantes de um processo. São indicadores de desempenho essenciais para o alcance dos objetivos táticos e estratégicos.

5. Conhecer sua capacidade

Não adianta traçar metas e objetivos grandiosos, mas que não condizem com a realidade da
empresa. É muito importante saber qual a capacidade de sua empresa e até onde ela pode chegar, para que assim seja traçado um desenvolvimento gradativo e coerente com o negócio. Por isso, é essencial a comparação esperada x realizado, sendo possível identificar também possíveis gargalhos no dia a dia operacional da empresa. Em suma, é essencial que boas metas e um acompanhamento dos indicadores de desempenho.

Se quiser saber mais sobre planejamento estratégico ou até mesmo realizar um para sua empresa, a Júnior FEA-RP pode te ajudar. Agende uma reunião de diagnóstico e descubra de que forma você pode impulsionar seus resultados.

Como conhecer o ambiente externo pode ajudar sua empresa?

Cada vez mais vemos que as empresas têm buscado se preparar tanto para entrar no mercado como para realizar um planejamento que ajude na continuidade do trabalho. E em um momento tão competitivo e tão cheio de inovações, conhecer muito bem o ambiente externo, ou seja, o ambiente em que a empresa está inserida se torna essencial para alcançar o sucesso.

Entendendo o que é uma análise externa

Quando dizemos “conhecer o ambiente externo”, primeiramente temos de entender que ele é tudo aquilo que está em volta da empresa, pensaremos que são aqueles agentes que fazem parte do mercado como um todo, influenciam a empresa a todo momento, porém que não estão sob seu controle.

Então realizar essa análise, é procurar entender de que maneira todos esses agentes vão afetar nossa empresa ou nossos produtos e serviços. E mais do que isso é tentar trazer isso ao nosso favor.

Alguns exemplos são: Quais as oportunidades existentes no mercado para nós? Quais as ameaças? De que forma a variação do dólar nos afeta? Como as novas políticas podem nos servir de ameaças ou oportunidades?

A seguir veremos algumas ferramentas que podem nos ajudar nesse processo.

Pesquisa de Mercado

Podendo ser utilizada em diversos momentos a Pesquisa de Mercado é um instrumento de suma importância tanto para a empresa que está procurando iniciar suas atividades tanto para aquela que já está algum tempo no mercado, mas está buscando entender o comportamento do mercado.

Existem vários tipos de Pesquisa de Mercado, mas colocando de maneira geral ela vem sanar a necessidade de entender melhor sobre nosso público alvo, sobre nosso campo de atuação, nossos concorrentes e clientes. Percebe-se então que é um modo de entender esse ambiente que nos cerca e como eles nos apresenta oportunidades e ameaças.

Exemplificando: Em 2020 no Brasil se confirmou a crescente do mercado de alimentação saudável, com a procura das pessoas em se alimentar de uma forma mais saudável, esse mercado se encontra em constante evolução deixando oportunidades pelo caminho. A Pesquisa de Mercado poderia nesse caso procurar entender se essa preferência de compra em uma determinada região se confirma, ou seja, estaríamos procurando entender o nosso ambiente externo antes de entrar nesse mercado.

Análise SWOT

Uma das “queridinhas” pelas empresas e consultores, a Análise SWOT que é bastante presente em um Planejamento Estratégico, é uma técnica que procura auxiliar tanto organizações como pessoas a identificar suas Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças.

Percebe-se que essa análise nos dará uma visão mais aprofundada do ambiente interno (Forças e Fraquezas) e do ambiente externo (Oportunidades e Ameaças).

Análise PEST

Outra que é bastante conhecida é a Análise PEST, ela é uma ferramenta muito valiosa para entender os fatores externos que podem influenciar a empresa. Com ela, busca-se ter um olhar mais focado para o nosso ambiente macro, analisando questões Políticas, Econômicas, Sociais e a Tecnológicas.

Com ela novamente conseguimos identificar oportunidades, se prevenir quanto a ameaças e até mesmo entender as inovações no mercado.

Há algum tempo, já existe a Análise PESTEL, que além desses pontos citados anteriormente procura entender também questões ambientais e legais.

Olhando para essas ferramentas citadas, entende-se a importância de conhecer o ambiente externo e que ele também é responsável por influenciar diretamente o desempenho e resultados de uma empresa.

Porém, vale ressaltar que essas análises sem um olhar mais aprofundado, técnico e profissional deixam muito a desejar, com isso é de extrema importância que busque profissionais especializados para auxiliá-lo a extrair o máximo dessas ferramentas e executá-las da maneira correta.

Gostou da matéria? Identificou algum problema em seu negócio e não sabe como solucioná-lo? A Júnior FEA pode ter algo para te ajudar. Entre em contato com um de nossos consultores.

Autor

Mateus Lameu
Consultor de Projeto e Analista financeiro

Restaurantes e o distanciamento social

Desde o início da pandemia do covid-19 houve o implemento das políticas de lockdown, onde os estabelecimentos foram fechados em prol da prevenção contra nova doença, ocorreram muitos debates sobre como os estabelecimentos poderiam continuar operando com essa nova política. Um dos estabelecimentos mais afetos foram os restaurantes, onde grande parte teve que reduzir sua lotação máxima, uma vez que o lockdown completo acabasse. Para passar por essa crise alguns restaurantes apareceram com ideias novas que podem servir de exemplo para qualquer negócio passando por momentos desafiadores.

A primeira ideia seria a mais básica e a mais importante, exigir que tanto seus funcionários como seus clientes usem máscaras dentro do estabelecimento, é imprescindível para garantir a segurança e o bem-estar de todos durante o atendimento. Alguns restaurantes também oferecem álcool gel e outros até máscaras para seus clientes se sentirem mais seguros.

Restaurantes e o  distanciamento social

A segunda ideia veio em uma onda que já estava surgindo, sendo essa a integração com o meio digital. Se antes já era muito bom ter meios de entrega por delivery online, na pandemia esse nicho cresceu mais ainda. Essa estratégia é muito importante uma vez que grande parte da população ainda está relutante em sair para um local público que não seja de extrema urgência. (Como trabalhar com E-commerce?)

Por fim, considerando que essa crise provavelmente será muito prejudicial para os negócios em termos financeiros, é importante saber como cortar custos e melhorar sua balança econômica, tudo isso claro, sem perder a experiência que seu cliente sempre encontrou em seu estabelecimento. Seguindo essa linha, algumas ações que podem ser tomadas incluem: revisar o cardápio e cortar alguns dos ingredientes mais caros (desde que tal ingrediente não seja muito associado ao restaurante), também há a possibilidade de conseguir descontos com seus fornecedores ou mesmo oferecer descontos e promoções aos seu clientes, de forma a conquistar uma nova clientela ou reanimar a sua clientela antiga.

Após ter tudo isso em mente podemos ver uma oportunidade com esta crise, claro que ela é algo muito prejudicial que não deve ser vista com bons olhos, porém podemos ver que algumas mudanças em nosso dia a dia podem nos fazer sair da zona de conforto e olhar para lugares que nunca tínhamos olhado. Após realizar estas mudanças, é provável que o restaurante em questão esteja com os processos muito mais optimizados e prontos para lidar com futuros problemas.

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Restaurantes e o  distanciamento social

Autor

Matheus Ancona
Coordenador de Inteligência de Mercado

Demonstrações financeiras para pequenas empresas

Você sabe qual é a importância das demonstrações financeiras para as pequenas empresas?

As principais demonstrações financeiras, balanço patrimonial e demonstração do resultado do exercício são ferramentas essenciais para a gestão de qualquer negócio. Infelizmente, não é anormal vermos empresas (principalmente as pequenas) abrindo mão dessas demonstrações. Existe uma tendência dos empresários acharem que essas ferramentas respondem apenas para fins fiscais, contudo, ela foram desenhadas, principalmente, para gerar informações que impactem a tomada de decisão de seus usuários e consigam, de alguma forma, fazer um check-up da organização.

A grande maioria dos pequenos empresários utiliza o Fluxo de Caixa como ferramenta de mensuração do resultado da empresa. O grande problema dessa escolha é que o Fluxo de Caixa, embora indispensável, apresenta os eventos através do regime de caixa, ou seja, a data dos lançamentos é a mesma do pagamento ou recebimento de dinheiro, não fornecendo informações relevantes para os administradores da organização sobre a atual situação da entidade.

Em uma situação hipotética, uma empresa pode hoje estar com um caixa baixo, porém com um resultado (lucro) muito alto. Imagine uma empresa que tem em caixa hoje R$ 1.000,00. Essa mesma organização faz uma venda no valor de R$ 20.000,00, sem custos, para receber daqui a 3 meses. Repare que o caixa da empresa não é alterado, porém o seu resultado neste mês já pode ser representado por R$ 20.000,00. Sem essa última informação, um gestor pode analisar o caixa e concluir que a empresa não está bem, quando, na verdade, ela está tendo altos lucros.

Essa é a função da demonstração do resultado do exercício (DRE). A DRE consolida as informações utilizando o regime de competência, ou seja, a data do lançamento é aquela em que houve o seu fato gerador e não necessariamente a data de seu recebimento/pagamento. Ela é capaz de evidenciar o resultado da empresa na medida em que eles ocorrem, sem distorções causadas pelo intervalo entre o fato gerador e a alteração no caixa.

Enquanto isso o Balanço Patrimonial representa uma foto estática da empresa em um determinado período do tempo. Com ele o empresário consegue identificar onde está alocado cada centavo da organização, bem como consegue identificar de forma clara todos os seus compromissos financeiros que podem impactar o caixa no futuro (esses que representam como a organização de financia). É através do Balanço que o empresário pode, por exemplo, identificar o nível de endividamento da empresa, a NCG (necessidade de capital de giro), liquidez, entre muitos outros indicadores.

Por fim, é importante destacar que a manutenção isolada dessas demonstrações por si só não são suficientes. O gestor precisa ser capaz, além de mantê-las, analisá-las constantemente, e não apenas quando da tomada de decisão. Sua análise frequente pode ser um diagnóstico preventivo da situação de empresa, antecipando situações desagradáveis. Com tudo, manter essas ferramentas, mesmo que para fins gerenciais, pode mudar a forma como o gestor vê a empresa, tornando as decisões mais assertivas e coerentes para o melhor futuro possível da organização.

Gostou do conteúdo? Veja esse artigo também: 5 Dicas para separar de vez os gastos pessoais das contas da empresa”

demonstrações financeiras para as pequenas empresas

Autor

Matheus Pinheiro
Coordenador de Projetos

P&D: Pequisa e Desenvolvimento para sua empresa

Com o mercado atual competitivo, e clientes que demandam por produtos com cada vez mais qualidades e valores, investir em um produto próprio pode ser a resposta para sanar este problema da sua empresa, com pesquisa, inovação e muita criatividade, é possível obter imensas oportunidades.

Tem se tornado cada vez mais desafiador ingressar de forma competitiva no mercado nacional e, por isso, vemos com cada vez maior frequência, pequenos, médios e grandes empreendedores criando produtos únicos com originalidade e que, desde sua composição, até suas embalagens, emitem a identidade de suas empresas de forma ímpar. Mas afinal de contas, quais são os grandes desafios e oportunidades por trás da formulação de um produto novo no mercado?

Para explicar de forma sucinta, como é possível relacionar toda a dinâmica citada acima, primeiro vamos definir o que é o P&D. P&D é a abreviatura dada para Pesquisa e Desenvolvimento, onde duas frentes distintas atuam para gerar a definição, modelagem e entrega de um produto desejado pelo cliente, atendendo os requisitos de necessários para que o produto tenha máxima excelência.

Mas afinal, você deve ser perguntar, qual a relação entre Inovação e P&D? Falar de P&D, é sinônimo de falar de inovação, eles estão intimamente ligados. Isto porque no setor de Pesquisa e Desenvolvimento, é onde se inicia a inovação dentro de uma empresa.

Abrindo a abreviatura que vimos acima, temos primeiramente a Pesquisa. Esta etapa geralmente envolve a consideração total do cliente, parte na qual, os desejos do cliente são captados pela empresa responsável pelo P&D e é iniciada uma extensiva pesquisa para encontrar materiais em bibliografias, ou até mesmo em outros métodos científicos, que consigam ser utilizados para compor um produto viável que seja de interesse conforme os requerimentos anteriormente coletados via contratante.

Por se tratar de uma etapa crucial para o projeto, a pesquisa é tratada com máximo rigor, para que seja possível encontrar a mais variada quantidade de materiais e compostos pelos os quais podem ser utilizados para alcançar uma possível formulação alvo de um produto desejado.

A empresa responsável pela Pesquisa, realiza com extensos critérios, metodologias para separar quais compostos são viáveis e se encontram dentro dos fatores chave do escopo de projeto (assim como propriedades físicas, químicas e valor financeiro para sua produção) para conseguir entregar dentro do escopo do cliente, aquilo que ele mais deseja. Em dúvida se precisa de um P&D ou uma Consultoria? Tire esta dúvida clicando agora, P&D X Consultoria.

É muito importante a realização de uma pesquisa assertiva, justamente para compreender quais são os desejos do público alvo que irá consumir o produto desenvolvido, a composição pode ser totalmente importante, tendo em vista que os consumidores têm se tornado cada vez mais exigentes com produtos que desenvolvam diferentes especificações, com valor acessível e também, que não sejam danosos para o meio ambiente. Todas estas especificações, moldam a pesquisa, e consequentemente, moldam o possível valor agregado em cima de todos os aspectos individuais do produto.

Após a pesquisa ter mostrado que o projeto é viável dentro da linha de interesse do cliente, é possível partir para a segunda parte da abreviatura que vimos acima, o Desenvolvimento. Nesta etapa, é onde o produto é retirado do papel e trazido à vida. Para isto, a equipe responsável pelo projeto utiliza todas as metodologias padronizadas dentro da empresa, para verificar como realizar a combinação dos materiais pesquisados, para trazer as propriedades, físicas (cores, texturas, densidades, cheiro e etc), assim como propriedades químicas (reações com outros produtos, misturas, como reage em certas superfícies), de forma que atinja os requerimentos do contratante.

Será que realmente vale à pena investir em Pesquisa e Desenvolvimento no Brasil?

P&D: Como Pequisa e Desenvolvimento pode transformar sua empresa

Vale a pena então investir em Pesquisa e Desenvolvimento? A resposta é sim! Segundo um estudo realizado em outubro do ano passado pela International Business Report (IBR) da Grant Thornton, o Brasil se encontra entre os 10 países do mundo que mais investe em P&D, com uma expectativa de investimento de 46% em 2020.

Isto porque investir nessa área é muito vantajoso para qualquer empresa. Dentre alguns dos principais benefícios temos que a empresa que investe em P&D consegue se desenvolver e evoluir de forma rápida, também possui uma vantagem no mercado, oferece uma melhor qualidade para o cliente e finalmente, melhora na formação dos colaboradores (Uma vez que eles se tornam mais capazes de reagir a desafios tecnológicos).

P&D: Como Pequisa e Desenvolvimento pode transformar sua empresa

Devido à crise produzida pela pandemia, temos observado muitas pessoas procurando empreender e estruturar um negócio em diversas áreas. A criação de um produto começa pela criação do denominado MVP (Produto mínimo viável), que consiste no protótipo mais simples do produto que já atende as necessidades básicas do cliente.

Observamos um ciclo que começa encontrando os problemas a serem resolvidos do mercado, depois temos a ideação de possíveis soluções, construção do MVP e testagem no mercado. Esse ciclo se repete até chegar no produto final desejado. A figura abaixo ilustra esse ciclo.

P&D: Como Pequisa e Desenvolvimento pode transformar sua empresa

Como MVP, Mercado e o P&D se unem?

Podemos utilizar meios de transporte como analogia para compreender melhor o MVP. Nesse caso, e como apresenta a figura abaixo, um skate poderia ser o nosso MVP, porque é a forma mais simples do produto que atende as necessidades do cliente que no caso é se locomover. A partir de testes e feedback do consumidor, é possível realizar melhorias e aprimorar o MVP até chegar no produto final, que no caso do exemplo apresentado seria um carro.

Dentro de uma empresa, é o setor de P&D principalmente, quem fica responsável da criação e testagem do MVP. Isto, como mencionado anteriormente, através de muita pesquisa que depois é colocada em prática na hora de montar o produto.

P&D: Como Pequisa e Desenvolvimento pode transformar sua empresa

A estruturação de um negócio gira na criação de um produto que será posteriormente comercializado. Como a elaboração do produto fica a cargo do setor de P&D, consequentemente o negócio e as empresas giram em torno do P&D.

Investir na produção, pesquisa e desenvolvimento de um produto, assim como também em sua viabilidade financeira e em análise de mercado para a produção em larga escala pode parecer tremendamente complicado. Sabendo das dificuldades que existem em gerar os primeiros passos para formular e gerar seu produto, nós, da Química Jr trazemos nosso processo de Pesquisa e Desenvolvimento.

Assim como todas as grandes empresas já consolidadas no mercado, a Química Jr, conta com tecnologia de ponta, material de pesquisa extensivo, laboratórios com tecnologia que é referência a nível nacional e professores doutores especializados nas mais diversas áreas do conhecimento, de forma que conseguimos trazer para você o seu produto com valor abaixo do mercado de empresas seniores e com a mesma qualidade e eficiência.

Sabemos que existem dificuldades tanto em realizar a criação de um produto, tanto quanto o seu próprio negócio, nisso, a Júnior FEA-RP, empresa júnior da USP, voltada para consultoria empresarial e gestão de negócios também está apta para lhe ajudar! Com um portfólio variado e voltado para análises de mercado, planejamento estratégico e Marketing, somado com o suporte da estrutura de renome da USP e um valor inclusivo, podem lhe ajudar a tirar o tão sonhado negócio do papel e torná-lo realidade. Para conhecer melhor a FEA Júnior, clique aqui para ir ser direcionado ao site deles.

Ficou interessado em realizar um P&D? Caso tenha interesse, clique aqui e veja um case de sucesso nosso, ou entre diretamente em contato com a Química Júnior, somos uma empresa Júnior de Química e Engenharia Química, localizada dentro da UNESP, de Araraquara! Clique aqui e entre em contato diretamente com a gente!

Como precificar um produto ou serviço

Dúvidas em relação à correta precificação de produtos e/ou serviços são mais comuns do que você imagina. Isso porque a precificação está diretamente ligada à atratividade, competitividade e lucratividade de uma empresa, assim, um preço estabelecido de forma incorreta pode ser o responsável por colocar a empresa em risco. Diante disso, como podemos estabelecer os melhores preços para o mercado e atingir a margem de lucro desejada? Como podemos precificar um produto ou serviço?

O custeio, quando realizado corretamente, pode ser o ponto chave para alcançar a satisfação do consumidor, reagir às estratégias da concorrência, ajustar o público-alvo e, consequentemente, gerar melhores resultados para a empresa. Partindo dessa ideia, é necessário que a empresa tenha um bom planejamento financeiro e estratégico, e, para auxiliá-los a definir o melhor preço para o seu negócio trouxemos 5 passos importantes a serem seguidos:

1. Tenha completo conhecimento dos seus custos e despesas

O primeiro passo para iniciar a precificação é ter o completo domínio a respeito dos gastos da empresa que estão ligados à produção de determinado produto ou serviço, seja de forma direta (custos), como matéria-prima e fornecedores; ou indireta (despesas), como folha salarial e consumo de água/energia.

Uma dica para evitar problemas de controle de gastos é calcular o custo unitário, contabilizando os custos e despesas que estão envolvidos na produção de cada unidade de produto fabricado ou serviço fornecido.

2. Defina o Markup da empresa

Como precificar um produto ou serviço

O Markup é um índice utilizado durante a formação do preço de venda e, uma vez definido, é aplicado sobre o custo das mercadorias e determina o preço de venda ideal. É esse índice o responsável por garantir que o preço final seja o melhor possível, viabilizando o pagamento de todos os custos e despesas gerados, além de fornecer resultados mais satisfatórios para a empresa.

Para definir, simplificadamente, o Markup de uma organização é preciso ter as Despesas Fixas e Variáveis e a Margem de Lucro determinadas e, a partir disso, chegamos na seguinte fórmula:

Markup = 100/100 – (DF + DV + ML)

Com base nesse indicador, o qual será um número inteiro, conseguimos definir o preço através da fórmula:

Preço de Venda = Custo de Produção X Markup

É válido ressaltar que não existe um índice ideal de Markup, pois ele é uma variável que depende de cada tipo de serviço e estratégia definida pela empresa.

3. Conheça sua Margem de Lucro

Como precificar um produto ou serviço

A margem de lucro diz respeito à representação percentual de lucro da empresa em relação a venda de determinado serviço ou mercadoria. O lucro é descrito como a diferença entre o faturamento gerado pelas vendas da empresa e os gastos (custo e despesa) existentes.

Assim, é imprescindível que dentro da estratégia de precificação esteja definido o quanto você deseja lucrar com a venda de determinado produto ou serviço, e ao defini-la é importante respeitá-la. Vale relembrar que não existe uma margem de lucro ideal, o que torna necessário o desenvolvimento de estratégias para definir qual será a que melhor se aplica a sua empresa, buscando sempre o equilíbrio.

Para encontrar a Margem de Lucro realizamos o seguinte cálculo:

Margem de Lucro = (Preço – Custo) / Preço

4. Estude o Mercado

Como precificar um produto ou serviço

Para traçar estratégias de precificação de sucesso é preciso ter um pleno conhecimento do mercado, buscando entender como a concorrência vende, por quanto, quanto e para quem. É muito importante que seu preço de venda esteja em consonância com as exigências do consumidor, evitando se distanciar da concorrência para não gerar “guerra de preços”.

5. Busque o Equilíbrio

Como tópico final vale reforçar o quão necessário e importante é buscar o ponto de equilíbrio durante o plano estratégico de precificação. Isso porque o custeio de um produto necessita ser feito visando, simultaneamente, a máxima satisfação do cliente e Lucratividade da empresa.

Dessa forma, a precificação precisa ser estudada e definida com muita cautela, visto que é necessário definir estratégias para que o valor do produto não seja tão alto ao ponto de desestimular a compra por parte de potenciais clientes e, ao mesmo tempo, ser alto o suficiente para maximizar os resultados da empresa, encontrando, assim, o equilíbrio.

Gostou da matéria? Identificou algum problema em seu negócio e não sabe como solucioná-lo? A Júnior FEA pode ter algo para te ajudar. Entre em contato com um de nossos consultores.

Como precificar um produto ou serviço

Autora

Manoela Lindenberg
Consultora de Projetos