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Plano de Negócios: Saiba a importância de estruturar seu negócio

Pensando em abrir uma empresa e não tem certeza de quais passos seguir? É extremamente importante, não só em um primeiro momento, como também a cada fase de desenvolvimento do empreendimento, ter um Plano de Negócios.

O plano de negócios traz análises dos principais aspectos de estratégia, mercado, operações e projeções financeiras. Nele são traçados os objetivos de um empreendimento e os passos a serem seguidos para que eles sejam alcançados, de modo a minimizar riscos e incertezas, que muitas vezes são fatais para o mau desempenho do negócio. Assim, esse serviço permite identificar e restringir seus erros ao papel, antes de cometê-los. O plano de negócios também pode ser usado como ferramenta de marketing interno ou gestão, uma vez que especifica os objetivos e funções da empresa.

Confira, a seguir, alguns benefícios desse serviço:

  • Permite o empreendedor estruturar o início de sua atividade econômica ou expandir o negócio já existente;
  • Minimiza os riscos do empreendimento uma vez que analisa as viabilidades do nicho de mercado;
  • Mapeia detalhadamente as ações e seus respectivos agentes e objetivos, trazendo uma estruturação mais assertiva, melhorando o desempenho da empresa;
  • Direciona as ações do negócio, contribuindo para um melhor posicionamento no mercado, uma vez que estuda a quem serão oferecidos os produtos ou serviços e seus principais competidores;
  • Minimiza erros de aplicações financeiras, pois indica quanto deverá ser investido e qual será o retorno a curto e longo prazo;
  • Traz conhecimento de mercado estruturando novas estratégias de marketing;

Além de muitos outros benefícios que podem ser atingidos com o serviço de acordo com o direcionamento e nicho adotado para o seu projeto.

Quer essa possibilidade de personalização neste serviço? Agende um diagnóstico gratuito com um dos consultores da Júnior FEARP e veja as possibilidades de crescimento do seu negócio.

Além disso, outra “carta na manga” para um ótimo posicionamento no mercado é saber estruturar e inovar os produtos e serviços no seu nicho. Um serviço muito útil nessa etapa é a Pesquisa e Desenvolvimento, também conhecida como P&D. Esse serviço estudará os produtos oferecidos, sua melhor colocação no mercado, possíveis inovações e adaptações para eles, além da possibilidade da criação e implementação de uma opção completamente nova no mercado e muito bem estruturada para o nicho do seu negócio.

A inovação é essencial para o crescimento e destaque do empreendedor, o que faz com que a P&D se torne uma ótima estratégia de sustento, ao oferecer diversas oportunidades de extensão de linhas já existentes, implementação de novos conceitos e ampliação de mercado.

A Química Júnior, parceira da Júnior FEA-RP pode ter a solução para a suas dores com a prestação de esses e outros serviços, confira essa indicação da nossa empresa.

Gostou do artigo? Confira outros títulos relacionados no nosso blog: “Como trabalhar com E-commerce?” e “Como gerar interesse em novos clientes?”

Autora

Clarice Pereira
Consultora de projetos
e Analista de Comunicação

Como gerar interesse em novos clientes?

Nos dias de hoje, com o crescimento das mídias digitais e rede sociais, sabemos que a oferta de produtos e serviços é muito grande. O espaço pelo mercado se torna cada vez mais competitivo, de acordo com o SERASA EXPERIAN, o número de empresas abertas cresceu 12,4% em 2019, e você como dono de uma empresa tem que conseguir chamar a atenção do público para o seu produto/serviço. Mas então, como conseguir despertar esse interesse nos seus futuros clientes?

A primeira coisa que você tem que ter em mente antes de querer gerar interesse no seu cliente, é conhecer o seu cliente. O que é importante saber sobre seus compradores? Algumas informações básicas, como gênero, idade, área de atuação, informações sobre como usam os meios digitais também são legais de se ter, como a frequência com que seus clientes ficam nas redes sociais, quais mídias eles mais usam, e quanto tempo em média eles gastam em cada uma. Enfim, nesta parte é importante que você defina muito bem a persona do seu produto/serviço.

Existem algumas maneiras de descobrir essas informações para definir a sua persona. Sua empresa pode aplicar um formulário online, fazer uma análise comercial das mídias digitais da empresa, fazer uma pesquisa por telefone, enfim, aqui é a criatividade quem manda.

Antes da produção de conteúdos ou de uma campanha de marketing, é muito importante que você saiba qual é a dor do seu cliente. “Dor” do cliente é, basicamente, o principal problema que seus clientes enfrentam. Depois que você descobrir essa dor, é muito mais fácil de despertar o interesse dos seus leads. A partir disso, sua empresa já está pronta para construir um plano de marketing em cima dessa dor, além de focar a produção de conteúdos inteiramente em temas relacionadas à essa dor, para dessa maneira, o seu público ficar mais interessado.

Outro ponto muito importante para a elaboração do plano de marketing para gerar interesse nos seus clientes, é entender como funciona o alcance das duas redes sociais e como fazer com que suas publicações tenham o maior alcance possível. Um exemplo é o Instagram, nessa plataforma, quanto mais publicações postadas e com uma frequência de postagem alta, maior será seu alcance, e consequentemente seu engajamento será maior, sua marca terá mais visibilidade e, provavelmente, o interesse do seu público será maior.

Não existe uma receita de bolo para gerar esse interesse, nós não podemos falar para sua empresa postar isso e aquilo que dará certo. Como foi falado, é de extrema importância conhecer o seu cliente, sua persona e saber quais são suas demandas a partir disso, sua empresa consegue ter uma direção sobre o que postar. Porém algumas coisas demonstram resultados positivos. Tente sempre produzir conteúdos relacionados à dor do cliente, tente criar dúvidas neles e tenha a resposta para essas dúvidas em outras mídias da empresa ou, até mesmo, em outro post, assim você faz com que o cliente tenha uma interação maior e, consequentemente, um interesse maior.

Enfim, para resumir, tente descobrir qual a demanda do cliente e produza conteúdos direcionados à essa dor. Tenha uma frequência boa de postagens e faça com que seu cliente se sinta engajado, fidelizado pelo seu negócio. Dessa maneira você poderá construir uma base sólida de clientes que sempre irão olhar bem para sua marca e querer contratar seus serviços ou comprar seus produtos novamente.

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Autor

Pedro Ebiner
Consultor de Projetos

A Importância dos Incentivos Salariais

A questão das gratificações salariais é, embora antigo, um assunto ainda muito atual, visto que diversas grandes, médias e pequenas organizações amadurecem a cada dia a implementação de tais programas de incentivos e prêmios de produção dentro de suas culturas.

O principal motivo pelo qual se mantém relevante com o passar do tempo é que tais práticas, em teoria, trazem um fortalecimento no que se refere à capacidade produtiva do empregado, além de outros fatores que serão abordados a seguir.

Já em 1911, Frederick Taylor, através de sua linha de pensamento – hoje conhecida como Taylorismo ou Administração Científica, procurava posicionar seus colaboradores eficientemente. Por conta disso, buscou formas de estimular seus funcionários a trabalharem de forma mais decisiva e eficaz, como principalmente a implementação de programas de incentivos salariais e prêmios de produção.

Entendemos que durante toda vida somos expostos a recompensas, quando crianças sabemos que devemos comer todo o almoço para recebermos a sobremesa, na adolescência, um bom desempenho escolar acarreta no ganho de um novo celular, por exemplo, e seguimos assim através do tempo.

Taylor analisou que com adultos isso deveria ocorrer, dessa forma o desempenho que seus colaboradores teriam com um incentivo salarial ou prêmios de produção seria ainda maior do que os dispêndios com tais gratificações.

Incentivos Salariais

Além disso, tais estimulantes geram um senso de pertencimento muito intenso na visão dos empregados, que passam a ver a organização não apenas como uma simples empresa, mas também veem nela uma oportunidade de crescimento e ascensão. Assim, o trabalho se torna, além de eficiente, muito eficaz, uma vez que o colaborador não trabalha mais apenas para enriquecer seu patrão e seus superiores, mas sim para que ele também saia beneficiado, de forma que, se a empresa tem um faturamento maior, seus bônus salariais seguirão o mesmo rumo.

Tais remunerações extras, diferentemente de comissões, não integram o salário, não incidem encargos trabalhistas ou previdenciários, além de não serem necessariamente regulares, ou seja, são pagos quando os trabalhadores, de fato, produzem acima da média.

Bônus - Incentivos salariais

E essa “média” seria o nível mais alto de eficiência possível dentro de determinado tempo, dessa forma, estar acima da média significa produzir ainda mais do que 100%. Portanto, teoricamente, o funcionário que produz mais, recebe mais e aquele que produz menos, recebe menos, o que tornou o norte americano da época um dos operários mais bem remunerados do mundo.

Por outro lado, embora esses programas tragam benefícios econômicos para empresas e colaboradores, quando se trata da exaustão e esgotamento dos últimos podem ser fatores agravantes, uma vez que com as gratificações, os empregados se tornam mais gananciosos e fissurados por dinheiro – segundo uma pesquisa realizada por Loran Nordgren, professor associado de gestão e organizações na Kellogg School – e tendem a trabalhar cada vez mais para conseguirem mais bônus e incentivos salariais.

Por fim, de maneira similar aos outros aspectos, deve-se encontrar um equilíbrio entre a eficácia e eficiência dos colaboradores para a organização em relação à saúde mental e física deles. Dessa forma, seguindo tal harmonia, os programas de incentivos salariais e prêmios de produção podem, de fato, agregar financeiramente à empresa e ao empregado.

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Autora

Roberta Matsuda
Consultora de Projetos

A importância do controle financeiro nas empresas em tempos de crise

Em cenários como o atual, com a pandemia do covid-19 e a crise econômica do país, muitas empresas estão sendo afetadas financeiramente. Segundo levantamento da Boa Vista SCPC, o número de falências aumentou em 71,3%em junho de 2020, com pequenas companhias representando mais de 90% dos negócios afetados. Diante desses números impressionantes, vê-se como imprescindível que as empresas mantenham uma gestão financeira adequada, de forma a minimizar os impactos da crise e sobreviver a ela.

Gestão financeira e seus benefícios

A gestão financeira pode ser entendida como o conjunto de procedimentos referentes ao controle, análise e planejamento das questões financeiras dentro de uma empresa, sendo uma ferramenta que deve ser utilizada continuamente, com crise ou não, para que um negócio possa garantir sua saúde financeira e obtenha sucesso.

No momento de crise, a gestão financeira feita de maneira adequada pode ser um fator decisivo para a continuidade ou não de uma empresa no mercado. Os benefícios de um bom controle financeiro são vários: através desse instrumento é possível conseguir uma visão analítica do funcionamento da empresa; manter maior controle dos gastos e recebimentos, de forma a garantir que as contas fechem no final do mês; além de entender os objetivos financeiros do negócio e traçar meios de atingi-los de forma segura.

Em um contexto com tantas incertezas e dificuldades financeiras, um investimento errado pode causar grandes prejuízos. Desta forma, realizar uma gestão financeira analítica é fundamental, pois por meio dela é possível elaborar planos de ação mais rápidos e criar estratégias financeiras para alocação de recursos de maneira eficiente, o que auxilia nas tomadas de decisão dos gestores e evita perdas por parte da empresa.

Como fazer um controle financeiro adequado e criar estratégias para sua empresa na crise?

Como dito anteriormente, em tempos de crise, o controle financeiro nas empresas deve ser feito de modo estratégico, levando em conta a projeção de diferentes cenários e analisando quais planos de ação serão tomados para cada um deles. Nesse momento, é importante que as empresas estejam preparadas para agir rápido, desta forma, caso mudanças no cenário econômico aconteçam, o tempo de resposta será menor, o que diminui os impactos negativos sobre o negócio.

Para analisar os diferentes possibilidades de cenários futuros e elaborar estratégias, os gestores podem seguir alguns passos.

O primeiro é realizar um levantamento das despesas da empresa para os próximos meses. Para isso, todos os custos fixos e variáveis devem ser listados e separados de acordo com cada tipo de despesa (salários, impostos, aluguel, compras, etc.), de modo que seja possível enxergar quais são as despesas que tem maior impacto sobre a empresa e o quanto é necessário para mantê-la funcionando.

Tendo uma visão geral de todas as despesas, é possível identificar quais despesas podem ser cortadas e quais dívidas podem ser renegociadas. Ao diminuir os gastos desnecessários e renegociar prazos e valores das dívidas da empresa, é possível aliviar o fluxo de caixa e organizar-se financeiramente para enfrentar a crise.

Outro ponto importante no processo de planejamento financeiro é pensar estratégias para aumentar o faturamento da empresa no cenário atual. Para isso, diferentes estratégias podem ser pensadas de acordo com cada tipo de negócio, exemplos de estratégias são promoções, flexibilização das formas de pagamento, investimento no marketing, etc.

Assim como dito anteriormente, a gestão financeira deve ser feita de forma contínua para que qualquer negócio obtenha sucesso. Dessa forma, o fluxo de caixa deve ser acompanhado cuidadosamente, de forma a garantir que todas as entradas e saídas sejam registradas.

Por último, é importante ressaltar a importância da transparência com toda a equipe de colaboradores da empresa quanto a situação enfrentada. Em cenários de dificuldade econômica, para que os planos de ação façam sentido, é preciso que todos os colaboradores estejam alinhados quanto a um mesmo objetivo comum, de forma a guiar suas práticas cotidianas dentro da empresa.

Ao seguir esses passos, as empresas poderão fazer um controle financeiro adequado, analisando os diferentes cenários e criando estratégias para redução de custos e aumento do faturamento, estando, assim, mais preparadas para superar a crise e voltar a crescer.

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Autora

Maria Antonia Morosi
Consultora de vendas

Por quê as empresas falham no Brasil?

É normal que ao iniciar uma empresa, os gestores sempre pensem no seu crescimento e como fazê-la “decolar” no mercado, não pensando assim na hipótese de fracasso, e esse talvez seja um dos principais motivos para que o fracasso de fato ocorra em diversas empresas no Brasil. O fato de não pensar nessa possibilidade faz com que alguns, ou muitos, planejamentos sejam mal efetuados, trazendo diversos problemas futuros.

A seguir falaremos sobre alguns deles em diversas situações.

Para a criação e gestão de uma empresa é necessário entender e validar os reais motivos para sua criação, que garantirão um primeiro passo válido para o seu funcionamento. É comum que a criação de pequenas e médias empresas, principalmente, sejam influenciadas por alguns “mitos do empreendedorismo”, como por exemplo: ter sua própria empresa trará independência financeira ou ser um empreendedor é mais fácil que trabalhar em horário comercial. Ou também, por decisões precipitadas, como um amigo ou membro da família oferecendo parceria na criação de um negócio e ainda infelicidade no trabalho atual.

Além de motivos equivocados para a criação de empresas, que levam à uma falta de noção e preparo de gerenciamento do negócio, existem muitos outros motivos que culminam a um mal desempenho de empresas brasileiras.

No que diz respeito as práticas de gerenciamento equivocadas, muitos negócios, ao serem criados, acabam designando o empreendedor como líder e/ou gestor, o que, grande parte das vezes, dá errado, pois empreendedores não necessariamente são bons líderes ou bons gestores. É necessário alguém com conhecimento apropriado na área para que possa fazer a gestão de maneira mais assertiva possível. Alguns equívocos comuns no gerenciamento são:

  • Um mal gerenciamento de tempo, sem saber lidar com a prioridade e relevância de na aplicação de tarefas;
  • A falta de um plano de negócios adequado, que contenha uma boa estruturação de planejamento estratégicos diante de curtos, médios e longos prazos;
  • Uma falta de coerência e cuidado na contratação de funcionários. É essencial manter funcionários que estejam engajados e alinhados com os objetivos do negócio, uma vez que eles são parte essencial para levar a marca da empresa adiante.
  • Gerenciamento de clientes e vendas mal executado. É muito significante manter a conquista de um cliente em um mercado tão competitivo como o atual, isso se relaciona diretamente a manter atualizações de novas tendências que impulsionam as vendas gerando potenciais novos clientes e agradando os antigos.
  • Pouca organização em gestão financeira. A gestão financeira é um dos principais pontos do negócio. A negligência da contabilidade pode ser extremamente prejudicial, hoje em dia diversas ferramentas tecnológicas podem ajudar muito nesse setor, planilhas e dashboards com gráficos e indicadores mapeados de planejamento.
Por quê as empresas falham no Brasil

Chegando em outro ponto que influencia muito no sucesso das empresas é o capital de giro, que é, basicamente, a quantidade de ativos líquidos necessários para a administração e expansão dos negócios. A falta de capital de giro é uma das razões mais comuns pela qual as empresas falham. É quase impossível uma empresa sobreviver sem capital de giro.

É necessário ter uma estimativa dos custos de início e permanência do negócio, e verificar a existência de capital inicial suficiente para cobrir suas despesas comerciais até gerar renda suficiente para se sustentar. Observamos aqui, a importância de um estudo meticuloso sobre as diversas possibilidades financeiras e seus riscos diante de diferentes situações.

Por quê as empresas falham no Brasil

Outro ponto que vale muito ressaltar é a necessidade de conhecimento de mercado. Muitas empresas com grande potencial deixam de ter sucesso por terem uma má localização ou um direcionamento ao público equivocado. Conheça o cliente, seu estilo de vida e o que procuram, qual a acessibilidade, o alcance e a segurança do negócio. A atenção aos detalhes é importantíssima.

Outra questão fundamental é a boa comunicação. Conheça os pontos de venda, seus produtos ou serviços e comunique-os aos seus funcionários e clientes, o empreendedor é o primeiro que precisa acreditar no que está vendendo e passar isso para o resto da cadeia. Não cumprir com essa questão resultará em um número insatisfatório de vendas, o que acontece em inúmeras empresas, principalmente nas iniciantes no mercado, e isso pode ser fatal.

Por quê as empresas falham no Brasil

Saiba como se relacionar com seu cliente e trabalhe para um direcionamento de marketing assertivo. Segmente os diversos perfis de compradores e entregue a cada um exatamente o que eles procuram consumir. Seja capaz de se comunicar com seu público. É válido seguir os famosos 3C’s da comunicação: clareza, concisão e conhecimento.

Por fim, o investimento e estudo da tecnologia para o setor é extremamente importante, principalmente na era em que vivemos. Há muito para ser explorado que pode alavancar e influenciar diretamente o posicionamento da empresa no mercado. No Brasil inúmeras empresas se tornam obsoletas por negligenciar as potencialidades da tecnologia e isso as torna ultrapassadas, deixando de ser a preferência do mercado. A tecnologia pode beneficiar todos os diferentes setores do negócio, inclusive todos os colocados como essenciais durante o artigo. Pesquise, planeje e invista de maneira adequada nas inúmeras ferramentas disponíveis.


Gostou da matéria? Identificou algum problema em seu negócio e não sabe como solucioná-lo? A Júnior FEA pode ter algo para te ajudar. Entre em contato com um de nossos consultores.

Por quê as empresas falham no Brasil

Autora

Clarice Pereira da Silva
Consultora de Projetos

Como trabalhar com E-commerce?

Com a ascensão da internet durante o século XXI, especialmente no período de isolamento social atual, o e-commerce, também conhecido como comércio online, tem-se consolidado como ferramenta vital para as empresas e para a manutenção do mercado. Contudo, muitas marcas ainda não se estruturaram de forma efetiva nesse universo.

Para uma melhor compreensão disso, deve-se analisá-lo enquanto complexidade multiplataforma. Ou seja, abarca desde vendas por WhatsApp, pelo site oficial da loja, e até mesmo com capitações online pelo Instagram e Facebook. Assim, segundo “Chaffey y Ellis-Chadwick (2014)”, como e-commerce define-se: transações financeiras e de informação realizadas de maneira eletrônica entre uma organização e qualquer terceiro com que estabeleça relação.

Em primeiro lugar, pontua-se que a internet agrega valor desde as atividades de provisão (e-commerce pela face da compra) como a de distribuição (e-commerce pela face da venda). Bem como permite a empresa uma diversa possibilidade de comercialização de produtos e serviços no âmbito mundial, e em tempo real. Suprindo, portanto, as dores presentes por meio da capacidade de abastecimento e difusão do produto em questão.

Em segundo lugar, para que essa inclusão digital seja alcançada com êxito destaca-se que a integração do marketing digital, acoplado ao tradicional. Uma vez que o cliente digital é volúvel, consequência das inúmeras informações nas quais ele tem acesso, a empresa deve ultrapassar a mera relação superficial digital.

Para que isso ocorra, deve criar vínculos com seu cliente, identificação de ideais, como o atribuir uma essência a marca. Entre seus exemplos destacam-se instituições privadas como “O Boticário” em propagandas como “Onde tem amor tem beleza” ao atrelar a sua marca a histórias reais e com alto potencial de impacto no público.

Em terceiro lugar, de forma prática elenca-se que no e-commerce, assim como em qualquer negócio, deve-se ter um nicho de mercado, ou seja, um público alvo definido. Por meio de um planejamento bem estruturado, que aborde o perfil do público em questão mapeado, com suas demandas, especificidades e características pré-estabelecidas, como, por exemplo, elencadas pelo mapa da empatia.

Posterior a isso, a seleção de canais de divulgação, também conhecidos como canais de audiência, nos quais serão propagados os conteúdos da empresa, seus produtos e ofertas. Entre esses canais encontram-se: Facebook, Instagram, LinkedIn e até mesmo WhatsApp.

Destaca-se também que a implementação envolve questões de engajamento de público, como produção de conteúdo, interação direta por meio de responder comentários das mídias sociais, implementação de um chat online e até mesmo sorteios online ou parcerias para maior consolidação da marca.

Além disso, há também a viabilidade de divulgação dos produtos via marketplace, como “Mercado Livre”, ou “OLX” e até mesmo outras marcas que adotaram tal prática, como a “Magalu”.

Em quarto lugar define-se a estruturação de meios de pagamento online, como “Pagseguro”, entre outros. E caso realize de forma independente as etapas anteriores, deve-se selecionar um meio de entrega confiável, ágil e viável enquanto gastos, como “Correios”.

Em quinto lugar, após, tais ações e a comprovação da rentabilidade do negócio, registrada por meio das vendas e das devolutivas do marketing, pontua-se o direcionamento e otimização de recursos para as mídias mais expressivas. Dessa forma, o número de indivíduos impactados aumentará. As vendas, por consequência, expandirão e o lucro também.

Assim, o que era considerado um desafio tornou-se realidade. A marca consolidou-se, seus clientes aderiram aos produtos e o faturamento ampliou-se. Para mais informações, entre em contato com Júnior FEA Consultoria.

Autora

Marina Lima
Consultora de Projetos