A Importância dos Incentivos Salariais


A questão das gratificações salariais é, embora antigo, um assunto ainda muito atual, visto que diversas grandes, médias e pequenas organizações amadurecem a cada dia a implementação de tais programas de incentivos e prêmios de produção dentro de suas culturas.



O principal motivo pelo qual se mantém relevante com o passar do tempo é que tais práticas, em teoria, trazem um fortalecimento no que se refere à capacidade produtiva do empregado, além de outros fatores que serão abordados a seguir.


Já em 1911, Frederick Taylor, através de sua linha de pensamento - hoje conhecida como Taylorismo ou Administração Científica, procurava posicionar seus colaboradores eficientemente. Por conta disso, buscou formas de estimular seus funcionários a trabalharem de forma mais decisiva e eficaz, como principalmente a implementação de programas de incentivos salariais e prêmios de produção.


Entendemos que durante toda vida somos expostos a recompensas, quando crianças sabemos que devemos comer todo o almoço para recebermos a sobremesa, na adolescência, um bom desempenho escolar acarreta no ganho de um novo celular, por exemplo, e seguimos assim através do tempo.


Taylor analisou que com adultos isso deveria ocorrer, dessa forma o desempenho que seus colaboradores teriam com um incentivo salarial ou prêmios de produção seria ainda maior do que os dispêndios com tais gratificações.


Além disso, tais estimulantes geram um senso de pertencimento muito intenso na visão dos empregados, que passam a ver a organização não apenas como uma simples empresa, mas também veem nela uma oportunidade de crescimento e ascensão. Assim, o trabalho se torna, além de eficiente, muito eficaz, uma vez que o colaborador não trabalha mais apenas para enriquecer seu patrão e seus superiores, mas sim para que ele também saia beneficiado, de forma que, se a empresa tem um faturamento maior, seus bônus salariais seguirão o mesmo rumo.


Tais remunerações extras, diferentemente de comissões, não integram o salário, não incidem encargos trabalhistas ou previdenciários, além de não serem necessariamente regulares, ou seja, são pagos quando os trabalhadores, de fato, produzem acima da média.



E essa “média” seria o nível mais alto de eficiência possível dentro de determinado tempo, dessa forma, estar acima da média significa produzir ainda mais do que 100%. Portanto, teoricamente, o funcionário que produz mais, recebe mais e aquele que produz menos, recebe menos, o que tornou o norte americano da época um dos operários mais bem remunerados do mundo.



Por outro lado, embora esses programas tragam benefícios econômicos para empresas e colaboradores, quando se trata da exaustão e esgotamento dos últimos podem ser fatores agravantes, uma vez que com as gratificações, os empregados se tornam mais gananciosos e fissurados por dinheiro - segundo uma pesquisa realizada por Loran Nordgren, professor associado de gestão e organizações na Kellogg School - e tendem a trabalhar cada vez mais para conseguirem mais bônus e incentivos salariais.


Por fim, de maneira similar aos outros aspectos, deve-se encontrar um equilíbrio entre a eficácia e eficiência dos colaboradores para a organização em relação à saúde mental e física deles. Dessa forma, seguindo tal harmonia, os programas de incentivos salariais e prêmios de produção podem, de fato, agregar financeiramente à empresa e ao empregado.


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Autora

Roberta Matsuda

Consultora de Projetos


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